Artes Marciais dentro das escolas? Uma ideia que poderia ser colocada em prática:

Artes Marciais dentro das escolas? Uma ideia que poderia ser colocada em prática:

Se as artes marciais são instrumentos disciplinadores e que ajudam a crianças, jovens e adultos a desenvolverem valores sociais tais como autoconfiança, altruísmo, cooperação, entre outros, então elas poderiam fazer parte das atividades de uma escola, com a finalidade de proporcionar às crianças, por exemplo, novos caminhos, bem como garantirem características essenciais que todos bons cidadãos possuem.

Partindo deste pressuposto, as escolas norte americanas teriam um entendimento melhor, neste âmbito, já que em diversas escolas são ensinadas lutas para crianças de todas as idades. No entanto, será que o modelo educacional dos Estados Unidos surtiria o mesmo efeito aqui no Brasil?

Para o mestre doutor em Educação Física, Jorge Felipe Columá, é meio difícil compararmos dois modelos educacionais de diferentes países com paradigmas sociais diferentes.

“Uma coisa é o esporte educacional e outra coisa é o esporte competitivo. O modelo norte americano tem uma ideia de formar campeões, mas a gente não pode seguir somente este modelo na escola brasileira, nós precisamos seguir um padrão que faça da criança campeã na vida, as lutas não podem ser um fim e sim um meio, um intermédio para tornar pessoas melhores”, garante o especialista que explica preferir o ideal oriental das artes marciais baseado no ‘DO’, que é o caminho para evoluirmos como seres humanos.

 

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Depoimento de uma pedagoga e mãe sobre as artes marciais para crianças:

A disciplina é a mãe do sucesso. Comece cedo!

“Meu filho entrou na Team Nogueira em março. E melhorou em tudo. Na concentração, na obediência, na disciplina. Houve uma regularização de horário e de disciplina inclusive com os trabalhos da escola”, falou a pedagoga Ana Luisa Coutinho, mãe do Guilherme, de 5 anos, que começou a treinar em março e já participou de graduação de Muay Thai, na Team Nogueira.

Ana Luisa trouxe a família toda para participar das artes marciais. “Veio o pai, a avó, a madrinha. Minha família toda é Team Nogueira”, falou orgulhosa que até o primo é lutador da academia e ressaltou que a graduação do Guilherme é uma conquista dele, da concentração e do empenho de seu filho.

Quando falamos de graduação, na verdade estamos tratando de um verdadeiro ritual principalmente de caráter formativo. As cerimônias possuem aspectos educacionais previstos em nossa metodologia. São valores que são passados para pessoas de todas as idades.

Para Columá, este aspecto formativo pode sim auxiliar o atleta porque ele não é somente aquele ‘fazedor de movimentos’, afinal o atleta precisa ter uma visão holística da sua modalidade. “Qualquer atividade física é essencial na vida da criança, sobretudo as artes marciais porque nesse mundo que a gente está vivendo com a família fragmentada, as instituições sociais cada vez mais enfraquecidas e as lutas conseguem ter um papel educacional bastante ampliado”, ressalta Columá.

Ainda de acordo com o professor, lutas e as artes marciais complementam a parte educacional se vinculadas com um plano educacional. Ou seja, não adianta ter um ensino fragmentado, o professor de artes marciais assim como qualquer outro professor tem que fazer um trabalho interdisciplinar. “Toda a escola tem um plano de ensino e eu acho que as lutas podem sim contribuir, porém o professor tem que ter uma integração com as outras disciplinas”.

Segundo a legislação brasileira, somente pessoas licenciadas podem dar aulas em disciplinas obrigatórias, ou seja, aquelas previstas no plano educacional. Entretanto, isso não impede que as escolas possam escolher professores sérios de artes marciais e oferecer a atividade como opcional aos alunos, fora das grades curriculares, assim como também promover esta interdisciplinaridade defendida por Jorge Felipe Columá.

“Incluir as lutas como uma disciplina obrigatória não é viável. Eu acho que a Educação Física sim é obrigatória, porém envolver todos os valores da cultura corporal de movimentos e não apenas as lutas e artes marciais. Estas sim podem ser trabalhadas num contexto parcial, porém como disse anteriormente antenadas com os valores da escola”, argumenta o professor.

 

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Pai enxerga artes marciais como complemento da educação de seu filho:

Em umas das graduação de Jiu-Jitsu da Team Nogueira, por exemplo, encontramos o jovem João de 8 anos. O menino entrou na academia para praticar Muay Thai, aos 6 anos. José Rodrigues, pai do João, falou com muito orgulho sobre o filho dele e da importância das artes marciais em sua educação. “Eu acho super legal. Eu não tinha ideia do que era a academia, e pra mim e pra minha mulher foi muito bom, porque aqui é um complemento da educação que damos para ele e da que ele recebe na escola. Então pra gente foi muito gratificante. Uma coisa que tem aqui que acho muito legal, que é uma família mesmo. Eles falam isso, de família e é verdade”.

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Se você gostou desta matéria e também acha que as escolas poderiam desenvolver artes marciais para as crianças como disciplina eletiva, sugira aos diretores da escola do seu filho e vamos juntos desenvolver a filosofia das artes marciais. Oss

 

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